URBAN FOREST – Edifício de madeira na Bienal de Veneza

O escritório franco-brasileiro Triptyque Architecture apresentou na 16ª Bienal de Arquitetura de Veneza o edifício URBAN FOREST, o primeiro feito totalmente de madeira no Brasil. O uso da madeira como material estrutural é um modelo para a arquitetura urbana sustentável.

O projeto destaca a naturalização da arquitetura, proporcionando uma experiência sensorial de uma floresta urbana habitável, trazendo a madeira visível e invisível, o uso da vegetação e da paisagem. Com silhueta escalonada, integra-se à topografia desnivelada do bairro Vila Madalena, em São Paulo, onde está sendo construído, criando um passeio arquitetônico amigável que convida ao convívio. A edificação conta com 13 andares e área total de 4.700 m², que será utilizada para coworking, coliving, além de abrigar lojas e restaurantes.

Com o tema freespace as curadoras da Bienal, as arquitetas irlandesas Yvonne Farrell e Shelley McNamara, propõem a reflexão sobre a capacidade da arquitetura de oferecer espaços livres e suplementares aos seus usuários, celebrando o coabitar e não somente o coexistir. A 16ª Bienal de Arquitetura de Veneza vai até 25 de novembro.

Saiba mais:
Triptyque Architecture – https://triptyque.com
16ª Bienal de Arquitetura de Veneza – www.labiennale.org

 

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MORADIAS MODULARES / COODO

 

O escritório de arquitetura alemão LTG Lofts to Go desenvolveu o novo conceito de moradia Coodo: casas modulares móveis, flexíveis, intuitivas e ecológicas.

Todas as unidades foram projetadas considerando a possibilidade de implantá-las em diferentes situações, desde locais e paisagens mais naturais até ambientes mais construídos, e diferentes climas, permitindo customizá-las de acordo com as necessidades e desejos.

O mobiliário é customizado, com design que segue as formas sinuosas das unidades. Cada unidade pode produzir a própria energia. Elas são equipadas com sistema de monitoramento a distância, também conhecido como casa inteligente.

Saiba mais em: www.archdaily.com.br

TCHÊ SUÍTES – MORADIA CONTAINER

Projeto inovador, inspirado na tendência mundial de moradias sustentáveis, o Tchê Suítes é um condomínio de containers marítimos voltado para estudantes. Localizado em Porto Alegre/RS, próximo à PUC e ao Campus do Vale da UFRGS, conta com 16 containers de 14m2 com banheiro privativo, cozinha, sala e quarto, além de áreas comuns de convivência, como piscina e lavanderia.

“8o% dos estudantes internacionais não terminam o curso que vêm fazer em Porto Alegre principalmente por causa dos alojamentos, ou acomodações inadequadas.” -diz a empresária Lígia Saldanha, idealizadora do projeto, inspirada em um condomínio estudantil de Amsterdã.

Os containers são adquiridos diretamente nos portos. O processo de revitalização é iniciado com a remoção da ferrugem, seguido pelo revestimento com manta térmica, deixando o ambiente pronto para a decoração final. As estruturas modulares podem ser colocadas uma em cima da outra, formando andares e ampliando a capacidade do empreendimento, com previsão de crescimento para 44 suítes até o próximo ano.

Fonte: https://www.tchesuites.com

 

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URBAN 21 EDIÇÃO 2017

“Reconhecer – o olhar urbano através do detalhe”

A equipe da FAUPUCRS venceu a terceira edição do concurso de desenho urbano promovido pela revista Projeto e pela empresa Alphaville. Importante destacar que esta premiação é o reconhecimento do trabalho de pesquisa que a faculdade de Arquitetura vem desenvolvendo sobre o tema da cidade.

O trabalho teve como foco o IV Distrito – bairro de origem industrial que hoje está em processo de abandono – respondendo com qualidade as questões de densificação do tecido urbano com respeito às pré-existências; da qualificação e conexão das áreas públicas; da inserção da Habitação de Interesse Social dentro da cidade e da diversificação de usos.

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ALEJANDRO ARAVENA VENCE O 41° PRÊMIO PRITZKER

O chileno Alejandro Aravena é o vencedor da edição de 2016 do Prêmio Pritzker. De acordo com o júri, o arquiteto foi laureado por sua capacidade de ampliar as áreas de atuação dos arquitetos e de buscar soluções para contextos urbanos e habitacionais. Aravena é o 41° primeiro laureado do prêmio e primeiro arquiteto chileno a receber a honraria.

Com 48 anos de idade, o arquiteto não apenas apresenta uma grande produção de obras privadas, públicas e educacionais no Chile, EUA, México, China e Suíça, mas também coordena o escritório ELEMENTAL. Este é responsável por mais de 2.500 unidades de habitação social, envolvendo-se em políticas públicas habitacionais e tomando as regras do mercado como uma oportunidade de gerar um impacto real de grande alcance.

Entre os brasileiros que já receberam o Pritzker – premiação criada em 1979 pela fundação de mesmo nome – estão Oscar Niemeyer (1988) e Paulo Mendes da Rocha (2006).

Fonte:  arcoweb.com.br

 

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COMUNIDADE EXIGE A REVISÃO DO PROJETO DE RENZO PIANO PARA NOVO ARRANHA-CÉU EM LONDRES

A atitude dos londrinos exigindo a revisão do projeto de um edifício pela sua interferência negativa na paisagem demonstra a importância da prática do diálogo entre comunidade, gestores e planejadores.

Manifestações exigiram que a incorporadora Sellar Property Group reveja os planos para o arranha-céu de Renzo Piano na região de Paddington, em Londres. O edifício tem sido criticado por moradores locais e pela instituição Historic England por “bloquear vistas” da capital e por estar “fora de contexto”.

“O skyline de Londres é único, icônico e amado. Ele deve ser gerido sensivelmente e com o planejamento adequado”, comentou ao The Guardian o diretor executivo da Historic England, Duncan Wilson. “Edifícios em altura podem ser emocionantes e úteis, mas se forem mal projetados, ou estiverem no lugar errado, podem prejudicar nossas cidades. Acreditamos que a revisão dos planos para Paddington Place levará em consideração seu caráter único.”
“O arranha-céu de 254 metros de altura foi concebido para revitalizar a área, alavancando o potencial de Peddington, comentou a incorporadora, assim como fez o Shard.

O Sellar Property Group comentou sobre sua decisão de rever o projeto: “Sempre acreditamos que um empreendimento bem sucedido é um processo colaborativo envolvendo a incorporadora, o concelho e a comunidade, e estamos ansiosos para chegar a um resultado para Paddington do qual Westminster e seus moradores tenham orgulho.”

Fonte: www.archdaily.com.br

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