Ações de Reabilitação na Lapa – Centro Histórico do Rio de Janeiro

O centro histórico do Rio de Janeiro está resgatando importantes espaços públicos e prédios de valor arquitetônico. É o caso da Villa Aymoré, significativo conjunto arquitetônico situado no sopé do morro da Glória. O conjunto de sobrados foi construído no final do século XIX, destinado à moradia. Passou por longo período de abandono. Através de uma parceria entre o setor público e o privado foi restaurado e hoje abriga escritórios.

“ O projeto Villa Aymoré é um dos raríssimos momentos da história da civilização brasileira onde o rigor do setor público encontra a excelência do setor privado. Villa Aymoré é a melhor reabilitação e restauração em curso no Rio de Janeiro.”

Washington Fajardo

Presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade

HISTORIA DO LUGAR

Nex think together, anexo moderno à Villa Aymoré que abrigará escritórios compartilhados (sistema coworking)

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ANTES DO RETAURO

ANTES DA REABILITAÇÃO

 

Universidade de Engenharia e Tecnologia de Lima

Perto do Oceano Pacífico, em Lima, situa-se o novo Campus Vertical para a Universidade de Engenharia e Tecnologia. O projeto, resultado de um concurso Público Internacional, é de autoria das arquitetas Yvone Farrel e Shelley Mcnamara . As referidas arquitetas foram designadas como curadoras da Bienal de Veneza de 2018.

Inspirado na paisagem circundante, o edifício foi concebido como uma nova geografia definida pelos arquitetos como “ uma falésia feita pelo homem” 1

O prédio chama atenção pela linguagem e materialidade expressiva em concreto, frente a um contexto urbano – bairro Miraflores – caracterizado, primordialmente, por edifícios sem qualidade arquitetônica e construtiva.

Para quem visita, pela primeira vez, a capital peruana, tendo tido contato com a solidez e riqueza das construções Incas de Cusco e do Vale Sagrado, fica a interrogação: porque não comparecem estas raízes na arquitetura contemporânea, de Lima, especificamente no bairro Miraflores, por onde circulamos?

 

Fonte: Dalila Bohrer

 

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Machu Picchu

No início de janeiro tive a oportunidade de conhecer Machu Picchu. Era um desejo de muito tempo.

Por mais que conhecesse por fotos, vídeos, percebi que nada substitui a sensação de estar dentro daquele lugar. É uma visão inesperada de beleza comovente.

Para um arquiteto e urbanista a visão daquele conjunto arquitetônico acomodado sobre uma topografia irregular, a 2400 metros de altitude, rodeado por abruptas montanhas verdes é impactante e, ao mesmo tempo, intrigante.

Seu conjunto arquitetônico se distribui em um patamar, ao longo de 800 metros, onde visualizamos uma zona agrícola distribuído em patamares, segundo as curvas de nível, e uma zona urbana com estruturas arquitetônicas em torno de um conjunto de praças retangulares.

Chama atenção a perfeição do conjunto e os entalhes de pedra das edificações sagradas.

Como conseguiram erguer aquela cidade com tanto talento construtivo em conjunção tão harmônica com a imponente paisagem do entorno? Quantos conjuntos urbano -arquitetônicos atuais tem sido construídos sem esta visão em relação à paisagem de entorno.

 

Fonte: Dalila Bohrer

 

 

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Claudia Moreira Salles – Exposição New York 2016

A designer Claudia Moreira Salles, formada pela Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro, possui uma produção, de quase 40 anos, sensível e elegante, tendo a madeira natural como matéria prima dominante.

No ano de 2016 apresentou na galeria Espasso, em Nova York, uma exposição com produtos inéditos. Destacam-se a coleção de luminárias, o mancebo em madeira e concreto e a reedição da mesa Canguru.

 

Fonte: Dalila Bohrer

 

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MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia

Lisboa foi eleita “melhor cidade” do design Awards 2017 superando cidades como San Francisco, Washington, Shenzhen e Viena.

A cidade vive um processo de regeneração urbanística e cultural que culminou, recentemente, na inauguração do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), às margens do Tejo.

O prédio, projetado pela Arquiteta Amanda Levete, já sediou duas importantes feiras – a Feira de Arte ArcoLisboa e a Trienal de Arquitetura de Lisboa – recebendo milhares de visitantes.

 

Fonte: Dalila Bohrer

 

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Marquise do Ibirapuera: feito para todos

Patrimônio histórico tombado, a grande marquise do Parque Ibiraquera foi projetada por Oscar Niemeyer, na década de 1950, para o IV Centenário da Cidade de São Paulo e foi inteiramente reformada em 2012.
Prezando o convívio harmônico e as oportunidades de lazer, a marquise tornou-se um espaço para os diversos públicos que compartilham e usufruem do local. Juntos, pedestres, skatistas, ciclistas, patinadores e outros frequentadores traçaram um verdadeiro exercício de respeito e cidadania.
O Parque Ibirapuera é um dos primeiros grandes parques urbanos do Brasil e famoso por hospedar inúmeros espaços culturais entre suas áreas verdes. Com entrada gratuita desde 1954, abre diariamente entre 5h da manhã até a meia noite.

Fonte: Parque do Ibirapuera

 

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Operação Urbana Consorciada 4º Distrito e o caráter do lugar

Foi promovido pelo IAB RS palestra sobre o projeto de revitalização urbana e econômica do 4º Distrito, tratado como uma Operação Urbana Consorciada, instrumento urbano previsto pelo Estatuto da cidade.

A proposta estabelece estratégias de atuação, tanto na escala regional – programas econômicos e sociais nas áreas da saúde, tecnologia da informação, economia criativa e educação – quanto na escala municipal – projetos de moradia, serviços, cultura e lazer.

Destaca-se o cenário de diálogo e reflexão que o projeto está estabelecendo com os diversos interlocutores da cidade – iniciativa privada, associações de bairro, universidades, entidades públicas e institucionais, entre outros.

Só é possível a viabilização financeira da proposta através de parcerias público-privadas. Nas pretendidas parcerias será massiva a presença do capital imobiliário. Assim, neste contexto, será possível:

– a compatibilização equilibrada entre o patrimônio cultural – material e imaterial – existente no território, e as áreas de renovação urbana?

– a manutenção da paisagem urbana, na escala da cidade, de quem chega pela ponte do Guaíba?

– a permanência do caráter deste lugar, dado pela ideia de um conjunto morfológico, preponderantemente horizontal, frente ao regime urbanístico das áreas de renovação urbana?

Estas preocupações me lembraram a área central do Rio de Janeiro. Passeando por lá, nas áreas abrangidas pelo Corredor Cultural, chama a atenção a vitalidade urbana existente num cenário arquitetônico do período colonial. Ali convivem renovação urbana e revitalização urbana, sem se abrir mão do caráter do lugar.

Espera-se que ocorra o mesmo no território do 4º Distrito.

Fonte: Maria Dalila Bohrer

 

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Sky Garden: O jardim nas alturas de Londres

O Sky Garden é um espaço público único que se estende por três andares, a partir do 35o andar, e oferece uma vista de 360o ininterrupta da cidade de Londres, graças a suas paredes de vidro. Os visitantes podem passear pelos jardins com plantas mediterrâneas e sul africanas, plataformas de observação e um terraço ao ar livre. Além disso, podem aproveitar o momento nos bares e restaurantes que há no local ou acompanhar os eventos que ocorrem por lá.
O local foi idealizado para criar um espaço aberto e vibrante de lazer, oferecendo aos visitantes uma rara chance de experenciar Londres de um ângulo diferente.

Fonte: Sky Garden London

 

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O legado das Olimpíadas 2016

Os jogos Olímpicos transformaram a cidade do Rio de Janeiro num cenário exemplar de vitalidade urbana: diversidade de pessoas, de manifestações culturais, de opções esportivas e culturais, ancoradas num sistema de mobilidade urbana, com ênfase no transporte público – sistema de BRTs , linha 4 do metrô e o VLT, na área central.

Moradores e turistas aproveitaram a festa curtindo, não só os locais de competição, como os novos espaços urbanos da área central. O Boulevard Olímpico, na zona portuária revitalizada, configura uma nova área de lazer pública, ligando a Praça Mauá à Praça XV. O Parque Olímpico foi planejado para que suas instalações sejam transformadas em escolas e centros comunitários. O Complexo Esportivo de Deodoro se transformará na segunda maior área de lazer da cidade.

Espera-se que, finalizadas as Paraolimpíadas, a população carioca possa usufruir dos investimentos realizados em mobilidade urbana e que as questões de saneamento da Baía de Guanabara – previstas no projeto das Olimpíadas – sejam equacionadas.

Fonte: Estadão, Globo

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Projeto de parque subterrâneo em  Nova Iorque dá seu primeiro passo para realização

O projeto chamado “Lowline” acaba de receber sua primeira aprovação municipal. Será o primeiro parque subterrâneo do mundo, um espaço público cultural voltado para a comunidade que será, ao mesmo tempo, um refúgio local e uma atração mundial.

O Lowline deverá estabelecer um modelo de reuso e cultivo de áreas subterrâneas abandonadas. Ocupando o Williamsburg Bridge Trolley Terminal, uma estação abandonada, o projeto pretende usar tecnologia solar de ponta para transformar o local em um parque público banhado de luz solar. O projeto ajudará a moldar o futuro da cidade em termos de inovação e engajamento comunitário.

Fonte: Archdaily

 

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