MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia

Lisboa foi eleita “melhor cidade” do design Awards 2017 superando cidades como San Francisco, Washington, Shenzhen e Viena.

A cidade vive um processo de regeneração urbanística e cultural que culminou, recentemente, na inauguração do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), às margens do Tejo.

O prédio, projetado pela Arquiteta Amanda Levete, já sediou duas importantes feiras – a Feira de Arte ArcoLisboa e a Trienal de Arquitetura de Lisboa – recebendo milhares de visitantes.

 

Fonte: Dalila Bohrer

 

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Marquise do Ibirapuera: feito para todos

Patrimônio histórico tombado, a grande marquise do Parque Ibiraquera foi projetada por Oscar Niemeyer, na década de 1950, para o IV Centenário da Cidade de São Paulo e foi inteiramente reformada em 2012.
Prezando o convívio harmônico e as oportunidades de lazer, a marquise tornou-se um espaço para os diversos públicos que compartilham e usufruem do local. Juntos, pedestres, skatistas, ciclistas, patinadores e outros frequentadores traçaram um verdadeiro exercício de respeito e cidadania.
O Parque Ibirapuera é um dos primeiros grandes parques urbanos do Brasil e famoso por hospedar inúmeros espaços culturais entre suas áreas verdes. Com entrada gratuita desde 1954, abre diariamente entre 5h da manhã até a meia noite.

Fonte: Parque do Ibirapuera

 

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Operação Urbana Consorciada 4º Distrito e o caráter do lugar

Foi promovido pelo IAB RS palestra sobre o projeto de revitalização urbana e econômica do 4º Distrito, tratado como uma Operação Urbana Consorciada, instrumento urbano previsto pelo Estatuto da cidade.

A proposta estabelece estratégias de atuação, tanto na escala regional – programas econômicos e sociais nas áreas da saúde, tecnologia da informação, economia criativa e educação – quanto na escala municipal – projetos de moradia, serviços, cultura e lazer.

Destaca-se o cenário de diálogo e reflexão que o projeto está estabelecendo com os diversos interlocutores da cidade – iniciativa privada, associações de bairro, universidades, entidades públicas e institucionais, entre outros.

Só é possível a viabilização financeira da proposta através de parcerias público-privadas. Nas pretendidas parcerias será massiva a presença do capital imobiliário. Assim, neste contexto, será possível:

– a compatibilização equilibrada entre o patrimônio cultural – material e imaterial – existente no território, e as áreas de renovação urbana?

– a manutenção da paisagem urbana, na escala da cidade, de quem chega pela ponte do Guaíba?

– a permanência do caráter deste lugar, dado pela ideia de um conjunto morfológico, preponderantemente horizontal, frente ao regime urbanístico das áreas de renovação urbana?

Estas preocupações me lembraram a área central do Rio de Janeiro. Passeando por lá, nas áreas abrangidas pelo Corredor Cultural, chama a atenção a vitalidade urbana existente num cenário arquitetônico do período colonial. Ali convivem renovação urbana e revitalização urbana, sem se abrir mão do caráter do lugar.

Espera-se que ocorra o mesmo no território do 4º Distrito.

Fonte: Maria Dalila Bohrer

 

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Sky Garden: O jardim nas alturas de Londres

O Sky Garden é um espaço público único que se estende por três andares, a partir do 35o andar, e oferece uma vista de 360o ininterrupta da cidade de Londres, graças a suas paredes de vidro. Os visitantes podem passear pelos jardins com plantas mediterrâneas e sul africanas, plataformas de observação e um terraço ao ar livre. Além disso, podem aproveitar o momento nos bares e restaurantes que há no local ou acompanhar os eventos que ocorrem por lá.
O local foi idealizado para criar um espaço aberto e vibrante de lazer, oferecendo aos visitantes uma rara chance de experenciar Londres de um ângulo diferente.

Fonte: Sky Garden London

 

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O legado das Olimpíadas 2016

Os jogos Olímpicos transformaram a cidade do Rio de Janeiro num cenário exemplar de vitalidade urbana: diversidade de pessoas, de manifestações culturais, de opções esportivas e culturais, ancoradas num sistema de mobilidade urbana, com ênfase no transporte público – sistema de BRTs , linha 4 do metrô e o VLT, na área central.

Moradores e turistas aproveitaram a festa curtindo, não só os locais de competição, como os novos espaços urbanos da área central. O Boulevard Olímpico, na zona portuária revitalizada, configura uma nova área de lazer pública, ligando a Praça Mauá à Praça XV. O Parque Olímpico foi planejado para que suas instalações sejam transformadas em escolas e centros comunitários. O Complexo Esportivo de Deodoro se transformará na segunda maior área de lazer da cidade.

Espera-se que, finalizadas as Paraolimpíadas, a população carioca possa usufruir dos investimentos realizados em mobilidade urbana e que as questões de saneamento da Baía de Guanabara – previstas no projeto das Olimpíadas – sejam equacionadas.

Fonte: Estadão, Globo

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Projeto de parque subterrâneo em  Nova Iorque dá seu primeiro passo para realização

O projeto chamado “Lowline” acaba de receber sua primeira aprovação municipal. Será o primeiro parque subterrâneo do mundo, um espaço público cultural voltado para a comunidade que será, ao mesmo tempo, um refúgio local e uma atração mundial.

O Lowline deverá estabelecer um modelo de reuso e cultivo de áreas subterrâneas abandonadas. Ocupando o Williamsburg Bridge Trolley Terminal, uma estação abandonada, o projeto pretende usar tecnologia solar de ponta para transformar o local em um parque público banhado de luz solar. O projeto ajudará a moldar o futuro da cidade em termos de inovação e engajamento comunitário.

Fonte: Archdaily

 

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EDIFÍCIO LOUVEIRA E A RELAÇÃO COM A CIDADE

Circulando pelo bairro Higienópolis, em São Paulo, chama à atenção a qualidade arquitetônica dos edifícios residenciais dos anos entre 1940 e 1950.

O prédio Louveira (1946/1949), dos arquitetos João Batista Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi, surpreende.

“…ocupando um lote de esquina, em frente à praça Vilaboim, este prédio é notável pela implantação: em vez de definir um volume em L construído junto ao alinhamento das calçadas, como seria usual para a época em situação semelhante, os arquitetos imaginaram duas lâminas paralelas, afastadas 20 metros entre si, que permitem a continuidade espacial da área verde.” 1

Até os dias atuais o edifício mantém sua condição de integração com o entorno urbano , sem a presença de grades!

1- Revista Monolito, edição nº 19, pág.60

Fonte: Maria Dalila Bohrer

 

PROJETO DE REDE DE PEDESTRES E CICLISTAS CRIA NOVA UTILIDADE PARA A ORLA DE HONG KONG

HarbourLoop é o nome do mais novo projeto do escritório de arquitetura e design Lead 8. São 23 quilômetros de vias, nas margens de Hong Kong e Kowloon destinadas para caminhar, correr e pedalar. Ainda que seja uma das cidades mais povoadas do mundo, a orla de Hong Kong é considerada subutilizada. O projeto trará um novo significado para a região, com a implantação de escritórios, moradias e área de lazer como restaurantes, cafés e espaços comunitários. O HarbourLoop é também um incentivo para a mobilidade sustentável, criando alternativas de locomoção que não emitam tantos poluentes no meio ambiente.

Confira o projeto em Archdaily

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CIDADE VIVIDA – A NOITE DOS MUSEUS, EM PORTO ALEGRE

A noite do último dia 21 de maio entrou para a história de Porto Alegre.

A noite dos Museus, segundo o curador do evento, Francisco Marshall, é inspirada no evento de mesmo nome que ocorre em Berlim há 19 anos.

O que chamou atenção foi a mobilização da população, adultos e crianças, na participação de um evento cultural, através da vivência e da experimentação integrada da música, da pintura e da escultura, espalhada por vários lugares.

O cenário de tudo isto só poderia ser vivenciado através dos  espaços coletivos da cidade – públicos ou privados, abertos ou construídos- num cenário de diversidade cultural.

Por uma noite, brindada por lua cheia, a cultura colocou a cidade em movimento.

É preciso se deslocar, se movimentar para poder se emocionar com novas vivências.

Que venham outros eventos culturais que promovam e incentivem a vivência da cidade.

 

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ARTICULAÇÕES URBANAS E O PATRIMÔNIO CONSTRUÍDO

O Convento do Carmo, situado no bairro de Chiado em Lisboa, teve parte de seu edifício atingido pelo incêndio de 1988.

O Arquiteto Álvaro Siza, desde 1989, já havia traçado estratégias de reorganização dos percursos peatonais  e a criação de passarelas elevadas que facilitassem o acesso do público ao local.

Recentemente o arquiteto finalizou a articulação de um dos pátios do Convento do Carmo ao Largo do Carmo. A intervenção urbanística valoriza o patrimônio arquitetônico existente e cria novos espaços públicos de lazer, nos terraços, tal como um prolongamento natural do percurso peatonal.

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